Yan Gardengki

Bio

Invictus Noite à fora que me cobre Negra como um breu de ponta a ponta, Eu agradeço, a quem forem os deuses Por minha alma incansável. Nas cruéis garras da circunstância Eu não fiz cara feia ou sequer gritei. Sob as pauladas da sorte Minha cabeça está sangrenta, mas não rebaixada. Além deste lugar de raiva e lágrimas É iminente o horror da escuridão, E ainda o avançar dos anos Encontra, e me encontrará, sem medo. Não importa o quão estreito seja o portão, O quão carregado com castigos esteja o pergaminho, Eu sou o mestre de meu destino; Eu sou o capitão de minha alma.

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