Izabella Bornholdt

Bio

Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que às vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico… Eu não gosto do certo, do fácil, do caminho mais curto. Eu me interesso pelo errado, difícil, longo. Não consigo querer o que me quer. Não sei desejar o que posso ter. Não sou capaz de cuidar do que já floresceu: sempre acabo dando mais atenção pra semente que ainda vai brotar. O racional não me interessa. Eu não sei gostar do lógico… Eu sou lúcido na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieto na minha comodidade… Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz… Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais. O português da vida é meu pior inimigo. Suas vírgulas criam precipícios entre mim e meus sonhos, seus travessões me separam daqueles que mais amo, e como se já não bastasse ainda me manda os pontos finais para acabar com todas as minhas esperanças. Eu não me importo se você é branco, negro, hétero, bissexual, gay, lésbica, baixo, alto, gordo, magro, rico ou pobre. Se você for gentil comigo, eu serei gentil com você. Simples assim. E por fim, sou expert em dormir, comer e reclamar. Sou a rainha da ironia, da frieza e da brutalidade. . Sou tão desastrada que caio até em superfícies planas. Choro por besteira e ainda assisto desenhos infantis. Mas quer saber? É meu jeito de ser, e não mudo por ninguém. Prefiro ser taxada de “estranha” do que de “normal”.

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