Luciano Arruda

Bio

Estou no canto, em pranto E desencanto, Vivendo um momento triste que de Minh’Alma aflora, Chora... O vento bate forte como se eu Estivesse em alto mar com meu barco Balançando nas ondas agitadas Da amargura... Em terra, que não é mais firme, O vento continua batendo Derrubando as flores do meu jardim E a ave que habita em mim, Não tem força para alçar Seu belo vôo... Contudo, preciso me levantar, Sou PEREGRINO da Vida, destemido Caminheiro, tenho que ACREDITAR, Ter FÉ que Esse vendaval que se abateu Sobre minha vida vai passar, O mar vai se acalmar, As flores do jardim renascerão... E, enfim, a grande Ave Soberana Que habita em meu ser poderá Alçar seu belo vôo de LIBERDADE pelo ar Num lindo céu azul Tal qual uma Águia Fênix, ressurgindo, Despertando, renascendo Na Chama verde da ESPERANÇA.

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